Cemitérios ecológicos

A recente preocupação com o “ecologicamente correto” está indo, até mesmo, para o ramo funerário. Agora já existem caixões biodegradáveis e enterros sem caixões. É sabido que, após a morte, o corpo continua a soltar substâncias.

Acredita-se que os líquidos que se desprendem do corpo possam ser cancerígenos e, consequentemente, podem fazer mal a saúde tanto das pessoas que moram por perto do local do enterro quanto para os trabalhadores dos cemitérios, por isso o enterro sem caixão ainda não é tão recomendado.

Isso sem contar ainda que algumas pessoas possuem obturações dentárias e marca passos, produtos que podem ser extremamente tóxicos para o meio ambiente (algumas obturações possuem mercúrio e alguns marca passos possuem pilhas que demoram anos para se decompor).

A cremação também é considerada como uma forma poluente de se livrar de um corpo, tendo em vista que a fumaça liberada pela queima do caixão possui elementos tóxicos. Também não se recomenda que as cinzas do falecido não sejam jogadas ao mar, por motivos óbvios.

No entanto já existem urnas para cinzas que são menos poluentes, porque elas se dissolvem quando entram em contato prolongado com a água ou com a terra. Além disso, os caixões usados nas cremações agora são feitos de materiais menos poluentes.

Foto: Cemitério ecologicamente cortreto em Pinhais, região metropolitana de Curitiba – PR

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